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idéias.alucinações.disparates.monólogos impensados e um coração
domingo, dezembro 11, 2005
Marcos Augusto
Marcos augusto não tinha nada a dizer
Calou sua voz complicada
Forçada e amarga

Marcos augusto, coitado
Foi ser poeta de amor
Bebeu vinho da deusa
Dançou bolero russo
E nada adiantou

Descobriu um amor
Dormiu e acordou
Com ele varias noites

Um fiasco
A moça fugiu
E fingiu nada saber

Marcos augusto fez as malas
Queria definitivamente desistir
- Oh, mundo cruel, ele gritava
E já no caminho pro fim
Uma criança lhe deu uma flor

Tomou um café na esquina
Pra resolver não chorar
Cantarolava baixinho
Um dos boleros
Que aprendeu

Um homem bem vestido
Gostou do que ouviu
E gravou um disco

- Marcos Augusto canta boleros de fim de namoro
E aquela moça descuidada
Que já estava esquecendo
Se forçou a lembrar
- Qual é mesmo o telefone dele?
posted by a.fernandes @ 10:21 PM  
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About Me: "Quero brincar no teu corpo feito bailarina Que logo se alucina Salta e te ilumina Quando a noite vem E nos músculos exaustos do teu braço Repousar frouxa, murcha, farta Morta de cansaço"
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